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Além de se associar ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, como o infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral, o excesso de gordura na região do abdômen também pode ocorrer com uma doença silenciosa: a esteatose hepática.

Marcada pelo acúmulo de gordura no fígado, estima-se que a doença afete de 3 a 5% da população mundial, a maioria homens.

Na maioria das vezes, a doença é diagnosticada quando o paciente realiza exame clínico e laboratorial de rotina. No exame clínico, 70 a 90% dos pacientes apresentam fígado crescido (hepatomegalia). Nos exames laboratoriais (realizados no sangue), os pacientes podem apresentar dosagens de enzimas hepáticas elevadas; alguns apresentam dislipidemia (aumento das taxas de gordura no sangue), principalmente em decorrência do aumento do triglicerídeo, do colesterol e de suas frações.

O Ghanem oferece todos os exames necessários para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento de pacientes com esteatose hepática.

Devem-se pesquisar alterações laboratoriais incluindo a glicemia, enzimas hepáticas, perfil lipídico, insulina, hemoglobina glicada, TSH e T3 e T4, e alfafetoproteína, além de exames de imagem tal qual a ultrassonografia e a tomografia computadorizada de abdômen.

Caso a esteatose hepática não seja tratada, o acúmulo de gordura no fígado pode levar à morte das células hepáticas, promovendo um processo de cicatrização com fibrose (um tipo diferente de tecido que não exerce a função do fígado) e posterior cirrose hepática.

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