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Mulher, como vai sua saúde? Quanto tempo faz que você não faz uma visitinha ao médico? Será que seus hormônios estão à flor da pele?

Os exames hormonais preventivos são muito importantes para o diagnóstico precoce de doenças graves, evitando complicações e garantindo maiores chances de sucesso no tratamento. Esses exames são realizados para prevenção de alterações hormonais e metabólicas, e varia conforme a faixa etária e a indicação clínica.

INFÂNCIA E PRÉ-ADOLESCÊNCIA DA MULHER

Na fase inicial da vida de uma menina/mulher, alguns exames hormonais se mostram importantes para avaliar como está o crescimento e o amadurecimento dela, tais como:

– Hormônio do crescimento (GH), que é um hormônio existente em todas as pessoas e é produzida pela glândula hipófise, situada na base do crânio. É importante para o crescimento desde os primeiros anos de vida até o fechamento das cartilagens dos ossos (epífises), o que ocorre no final da puberdade, em geral, entre 15 e 20 anos de idade.

A média de crescimento de uma criança é de mais de 04 cm por ano. Entretanto, na puberdade esse valor varia entre 12 cm e 13 cm a cada ano. Quando o crescimento é inferior que 04 cm, ou 06 cm na fase da puberdade, o ideal é que um especialista seja consultado. Quanto mais cedo os pais ou responsáveis descobrirem que a criança não está com a estatura média dos amiguinhos da mesma idade, mais fácil será para evitar problemas como o nanismo.

– Hormônio Folículo Estimulante (FSH) e Hormônio Luteinizante (LH), o hormônio folículo-estimulante (FSH) estimula a secreção de estrogênio, responsável por desenvolver na superfície do ovário um folículo que contém o óvulo. É o FSH que regula o crescimento, desenvolvimento, puberdade, reprodução e secreção de hormônios. A produção desse hormônio é estimulada por outro hormônio, o luteinizante (LH). O FSH e o LH são produzidos pela hipófise e juntos realizam a liberação do óvulo durante o ciclo menstrual.

Na adolescência, alguns distúrbios hormonais podem ser responsáveis por quadros como o hirsutismo e a acne. Os hormônios envolvidos nestas doenças e que devem ser monitorados nos casos em que há suspeita clínica são: testosterona, globulina ligadora de hormônios sexuais (SHBG), 17-OH-progesterona, dehidroepiandrosterona (DHEA), sulfato de DHEA e dihidrotestosterona.

MULHERES JOVENS

Quando a mulher atinge a vida adulta, exames que monitoram o eventual aparecimento de distúrbios como o diabetes e as dislipidemias, e trazem informações sobre o risco cardíaco e cardiometabólico da mulher, se tornam de grande valia. Aqui se pode citar a dosagem da glicose sanguínea, da hemoglobina glicada (HbA1c) e as dosagens de colesterol total e frações (HDL, LDL e triglicerídeos). Recomenda-se que estes exames sejam realizados com periodicidade mínima anual.

Os distúrbios da tireoide também costumam se manifestar nesta fase da vida adulta. A tireoide atua no crescimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes, no peso, na memória, na regulação dos ciclos menstruais, na fertilidade, na concentração, no humor e no controle emocional. Portanto, o acompanhamento dos níveis hormonais do hormônio estimulador da tireoide (TSH) e da Tiroxina (T4L), principal hormônio produzido pela tireoide, se torna relevante.

Quando a tireoide não funciona de maneira correta, pode liberar hormônios em quantidade insuficiente, causando o hipotireoidismo, ou em excesso, ocasionando o hipertireoidismo.

MULHERES MADURAS (APÓS OS 50 ANOS) 

A menopausa é uma fase natural da vida de todas as mulheres. Em torno dos 50 anos, o corpo para de produzir os hormônios estrogênio e progesterona, a menstruação cessa e a mulher entra no período chamado: climatério.

Este fenômeno vem acompanhado de sintomas desagradáveis como: ondas de calor (fogachos), insônia, depressão, variação de humor, falta de memória, ressecamento vaginal, ganho de peso e diminuição da libido, entre outros. Com o tempo, também começam a perder, com maior rapidez, o cálcio dos ossos que pode evoluir para a osteoporose, além de se tornarem mais sujeitas a doenças cardíacas e doenças degenerativas do sistema nervoso, como o mal de Alzheimer. Os sintomas ocorrem em decorrência da diminuição na produção hormonal, e a terapia de reposição hormonal pode ser indicada nesta fase, por um profissional médico. Desta forma, são indicados os exames de dosagens dos hormônios Estradiol, FSH e LH, para comprovar o climatério.

Dentre as doenças mais comuns nesta fase, a osteoporose é certamente uma das condições que mais afetam as mulheres após a menopausa. Dosagens de cálcio, vitamina D e hormônio paratireoidiano (PTH), bem como o C-telopeptídeo (CTX) e o propeptídeo procolágeno tipo I (P1NP) se tornam muito importantes nesta fase da vida da mulher, para detecção da Osteoporose e acompanhamento dos casos em tratamento.

Além dos principais hormônios, vale salientar que é muito importante a avaliação da saúde geral da mulher, por meio de um check-up completo da mulher. Algumas doenças são silenciosas e não possuem sintomas até já estarem completamente instaladas e afetando a saúde, por isso é muito importante consultar um médico, e fazer alguns exames com periodicidade (em geral, anualmente), mesmo não apresentando nada fora do normal. Conhecer o próprio corpo é fundamental para poder se atentar às mínimas mudanças que podem interferir na saúde.

Para mais informações.

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